A infraestrutura Olímpica e a tecnologia ACOObras para os Jogos Rio 2016 primaram pela utilização de expertise mundialmente reconhecido

Investimento em tecnologia foi uma das tônicas importantes nas obras de infraestrutura que atenderam a milhares de pessoas durante as Olimpíadas e incluem centros de treinamento, estádios, pistas, quadras, espaços de convivência e uma profunda mudança no transporte público do Rio de Janeiro. Líder mundial em seu segmento, o Grupo ACO participa do evento pela décima segunda vez desde 1972, quando sediadas em Munique, na Alemanha, com sistemas profissionais de drenagem em diferentes aplicações: canais que coletam água das ruas na cidade, dentro dos estádios olímpicos e no complexo de transporte público como o VLT e o BRT.

O Maracanã recebeu uma quantidade expressiva de canais de concreto polímero ACO ao redor do estádio, o Parque Olímpico, Arenas, Centro de Tênis, a pista de BMX e o Campo de Hóquei no Complexo Deodoro também contam com canais ACO.

Os projetos de mobilidade ganharam muito destaque, já que envolveram a integração de diferentes modais de transporte. No VLT, por exemplo, a ACO é a tecnologia de drenagem sob os trilhos, que garante a segurança necessária para o trânsito do veículo. A marca é a única a fabricar uma solução exclusivamente voltada para essa função. Integrado aos metrôs, trens, barcas, redes de ônibus, teleféricos e o BRT, a nova estrutura de transporte objetivou reduzir o volume de carros que circulam na cidade.

TransOeste e TransOlímpica também contam com canais de drenagem  ACO e todos esses diferentes modais ligaram as regiões Oeste, Centro e Sul da cidade, viabilizando o deslocamento entre as áreas das competições.

A ACO também está presente na drenagem da Praça Mauá, no pátio do Museu do Amanhã, cartão postal famoso nas fotos de redes sociais durante os Jogos e que está localizado no Porto Maravilha (centro do Rio de Janeiro). Também se encontram os sistemas de drenagem ACO no Aeroporto Internacional Galeão, porta de entrada das Olimpíadas, que ajudam na gestão da água no pátio de aeronaves e nos estacionamentos.

Além de sofisticados, os projetos de drenagem estão alinhados à tecnologia internacional exigida para a realização do evento, que tem 27 dias de competição e consolidaram a macro infraestrutura criada como um legado visto por 206 países, em quatro regiões cariocas: Barra, Copacabana, Deodoro e Maracanã.

Participar ativamente das Olimpíadas já é parte da história da ACO, que inaugurou uma nova fábrica no Brasil, na cidade de Jacareí (SP), em maio deste ano. A nova Central de Operações e Abastecimento da América do Sul conta com 35 funcionários e coloca à disposição o expertise de 70 anos criando soluções que coletam água das chuvas e permitem tratar, reter e destiná-la de maneira controlada.

A tecnologia desenvolvida pode servir áreas residenciais, industriais, áreas produtivas ou áreas públicas, mas são os projetos de drenagem urbana que ajudam a gerenciar o volume de água no pavimento e driblar obstáculos como o material sólido descartado pela população. É nas cidades que o ciclo hidrológico sofre as mais profundas alterações por causa da mudança da superfície, sua impermeabilização, na maioria dos casos, e as eventuais canalizações do escoamento.

Hoje em dia, uma das preocupações para administradores, engenheiros, arquitetos e projetistas é o planejamento da drenagem como uma ferramenta para auxiliar a redução da pressão sobre os sistemas de drenagem públicos.

Um desafio importante é a adequação de projetos já existentes para soluções de maior longevidade, que demandam materiais e tecnologia especificamente desenvolvida para funcionar como medidas simples ou sistêmicas aos sistemas de drenagem urbanos. A drenagem linear, por exemplo, pode ser utilizada para direcionar a água até separadores de pré-tratamento ou sistemas de armazenamento.

Outro ponto de alerta é que, segundo levantamento global da Unicef e da World Health Organization (WHO), divulgado em julho de 2015 a falta de progresso nos serviços de saneamento básico poderia “zerar” os avanços obtidos com o maior acesso a água potável no mundo, especialmente nas áreas de saúde pública e sobrevivência infantil.

A Unesco apontou que, mantendo os padrões atuais de consumo, em 2030 o mundo enfrentará um déficit de abastecimento de água de 40%. Portanto, os projetos de drenagem devem possibilitar o reuso, preservação e o tratamento da água.

“Quando você capta a água e direciona o seu escoamento, minimiza o impacto que uma chuva forte pode causar na malha urbana. Vemos que a drenagem projetada na maioria das grandes cidades não previa mudanças climáticas como as que estamos vivendo. Responsabilizar-se por essa destinação é uma tendência e uma maneira de repensar não só os espaços urbanos, mas também a preservação da água”, explica o engenheiro e diretor da ACO Brasil, Fernando Hermann Wickert.

 

ACO Brasil: tecnologia de drenagem

A ACO é uma empresa alemã, líder mundial em soluções de drenagem, com um faturamento estimado em 705 milhões de euros em 2015. Estabelecida no Brasil desde 2010, a sede nacional fica na cidade de Jacareí (SP), no Polo Industrial Municipal. Há dois anos, a taxa de crescimento da empresa ultrapassa a média de 30% ao ano e a marca já influencia o dia a dia de milhares de brasileiros em aeroportos, rodovias, portos, shopping centers, vias, residências, estádios e centros esportivos de excelência no país. Concentrada em cuidar da água, a ACO desenvolve sistemas de alta tecnologia para captar, tratar, reter e destinar recursos hídricos, garantido segurança e qualidade desde a concepção de cada projeto.

Praça Mauá (Porto Maravilha), no centro do Rio de Janeiro. Foi instalado o canal ACO Multidrain com grelhas Brickslot para uma drenagem segura e discreta.

Praça Mauá (Porto Maravilha), no centro do Rio de Janeiro. Foi instalado o canal ACO Multidrain com grelhas Brickslot para uma drenagem segura e discreta.


Da direita para a esquerda: Iver Ahlmann (Sócio-Diretor do Grupo ACO), François Desebbe (Diretor da ACO no Sudoeste da Europa e América do Sul), Fernando Wickert (Diretor da ACO Brasil) em frente à nova linha de transporte urbano VLT, no Rio, equipado com o sistema de drenagem ACO Tram.

Da direita para a esquerda: Iver Ahlmann (Sócio-Diretor do Grupo ACO), François Desebbe (Diretor da ACO no Sudoeste da Europa e América do Sul), Fernando Wickert (Diretor da ACO Brasil) em frente à nova linha de transporte urbano VLT, no Rio, equipado com o sistema de drenagem ACO Tram.


Centro Olímpico BMX (Complexo Deodoro), com canais ACO Monoblock para uma drenagem rápida e segura.

Centro Olímpico BMX (Complexo Deodoro), com canais ACO Monoblock para uma drenagem rápida e segura.


Centro Olímpico de Hóquei (Complexo Deodoro), com o canal ACO Sport LW 100 K para uma drenagem otimizada e fixação da grama artificial do campo.

Centro Olímpico de Hóquei (Complexo Deodoro), com o canal ACO Sport LW 100 K para uma drenagem otimizada e fixação da grama artificial do campo.


Time da ACO Brasil e América do Sul, que atualmente conta com 35 funcionários na sua nova fábrica, em Jacareí (São Paulo). Na foto, o dia da inauguração da fábrica – a primeira da ACO na América Latina.

Time da ACO Brasil e América do Sul, que atualmente conta com 35 funcionários na sua nova fábrica, em Jacareí (São Paulo). Na foto, o dia da inauguração da fábrica – a primeira da ACO na América Latina.

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